Ollantaytambo: Evidência de tecnologia na antiguidade

Ollantaytambo Evidência de tecnologia na antiguidade 1

Localizado no sul do Peru, aproximadamente a 60 quilómetros noroeste de Cuzco, à uma altitude de 9.160 pés, está o sítio arqueológico megalítico de Ollantaytambo, numa região chamada pelos incas de Vale Sagrado.

Num passado distante, esta maravilha da engenharia antiga serviu como templo e como forte. Historiadores convencionais alegam que Ollantaytambo foi construído por volta de 1440 DC, pelo imperador inca Pachacuti.  Arqueólogos hoje acreditam que Ollantaytambo foi construído sobre as ruínas de uma cidade muito mais velha.

Este majestoso antigo complexo pode ser comparado em grandeza às pirâmides localizadas em Gizé, Puma Punku, Machu Picchu, Teotihuacan e Sacsayhuaman.  Todos estes sítios antigos têm algumas similaridades que ninguém parece poder explicar.

Ollantaytambo Evidência de tecnologia na antiguidade 2

Como que os antigos conseguiram cortar, transportar e colocar em suas posições blocos de rocha que pesam mais de 50 toneladas?  Onde o homem da antiguidade obteve o conhecimento para tal?

Em Ollantaytambo, temos detalhes incríveis de escultura, que são também encontrados em Puma Punku, Tiahuanaco e Sacsayhuaman, paredes que são juntadas tão precisamente que nem uma única folha de papel pode se encaixar no meio delas.

A questão que ninguém foi capaz de responder é: como os antigos conseguiram tudo isso?  Se você levar em consideração que acredita-se que alguns destes sítios têm mais de 10.000 anos, você deve perguntar a si mesmo, como o homem da antiguidade sabia então, algo que não entendemos hoje?

Estaríamos olhando para algum tipo de tecnologia perdida?  Tecnologia avançada da antiguidade foi perdida no tempo e espaço.

Com que os construtores de Ollantaytambo conseguiram trazer as pedras megalíticas de uma pedreira para Ollantaytambo… de outra montanha, atravessando o planalto, o rio e então para cima da montanha. Assim, agora a questão é: Como eles fizeram isso?

Como os antigos conseguiram primeiramente, cortar estas rochas e extraí-las da montanha, então transportá-las atravessando o planalto, atravessá-las pelo rio e então trazê-las para cima da montanha e posicioná-las?

Ollantaytambo Evidência de tecnologia na antiguidade 3

Ollantaytambo é uma maravilha da engenharia e arquitectura, e é tanto um forte quanto uma cidade complexa, e muitas questões tem sido levantadas através da história a respeito da construção deste local antigo.

Hoje, uma das perguntas mais indagadas é provavelmente a respeito do blocos gigantescos de rocha, que foram usados na sua construção.

Algumas dessas enormes rochas são encontradas nos níveis mais altos de Ollantaytambo, particularmente seis desses monólitos, que são colocados em linha. De acordo com pesquisadores, eles foram trazidos para Ollantaytambo de outra montanha, assim a questão que fica é, ‘como’?

De acordo com muitos arqueólogos que tiveram o prazer de examinar estas incríveis ruínas, os construtores da antiguidade  em Ollantaytambo, conseguiram executar estes cortes de precisão e formas com o uso de rochas e ferramentas de bronze…

Fontes:

http://ovnihoje.com/2015/09/20/ollantaytambo-evidencia-de-tecnologia-na-antiguidade/

http://www.ancient-code.com/evidence-of-advanced-ancient-technology-ollantaytambo/

O de-condicionamento do ego

O de-condicionamento do ego

O que poderia possivelmente uma pessoa ganhar com a insegurança? Qual seria a recompensa de sentir-se indigno? Por que nos abrigaríamos sob a baixa auto-estima? Por que pensamos contra nós mesmos? Esses estados não são naturais para a nossa essência ou ser interior, então por que … de onde é que vem o desejo de abdicarmos do nosso poder?

Eu cresci no Meio-Oeste Americano, num lugar onde as pessoas trabalharam muito duro por pouco dinheiro. E, no entanto, eu não consigo me lembrar de um único caso em que um fazendeiro disse “Eu mereço uma vida melhor”. Todos que eu conhecia, comportavam-se como se a abnegação fosse humildade e espiritualidade e um sinal de bondade e, “Eu mereço” era presunçoso e ganancioso.

É o ego que faz essas comparações. A identidade do Ego vem com a situação na qual nascemos, o Ego é formado através da interacção de quem e do que está em nosso mundo e, sobre o que funciona para nós na medida que saímos para o nosso mundo. É o personagem que pensamos ser, o Eu separado, na medida que lidamos com os outros.

Este é apenas um palpite, mas acho que o ego inferior da minha educação precoce pode ser um padrão muito antigo, relacionado ao sistema de classes. Estas famílias de agricultores são descendentes de imigrantes Europeus, pioneiros para o Meio-Oeste. Eles trouxeram consigo as suas culturas, religião Cristã e idiomas, bem como as suas ideias sobre quem eles são, colectivamente.

A história deles: “Nós somos descendentes de camponeses e pescadores. Nós acreditamos ser virtuoso não pedir nada e, que nada é merecido. Tudo deve ser conquistado pelo trabalho dedicado e árduo, crença em Deus, cooperação com a autoridade e aceitação das realidades duras da vida. Se vivermos direito, a recompensa virá, se não for nesta vida, então depois da morte.”

Este é definitivamente uma mentalidade do “sistema aprovado” e, ainda parece mesmo generoso, não é?

Esse é o ventre cultural em que eu cresci. Quando saí da fazenda para uma cidade grande muito diferente, eu não tinha nenhum suporte, a não ser a minha bondade deficiente, a autocrítica voz interior e, a insegurança. É um imenso alívio recordar as situações e escolhas e, perceber que a inferioridade era uma cilada. Este é um condicionamento profundo e, agora que examino, isso explica muito sobre como e por que nós sofremos.

Existem muitos caminhos para o ego inferior e, a classe é apenas uma delas. É incrível, quando pensas nisso … as mensagens recebidas que nos dizem como, que somos imperfeitos em comparação com os outros, por este ou aquele motivo.Claro que se as mensagens forem trans-generacionais elas não só nos atingem, mas são firmemente implementadas como normal e natural. Nós desenvolvemos padrões de pensamento e emoções ao redor dos mesmos assim como formas de lidar com a situação.

O ego está preocupado com ‘algo para mim’, assim as formas de lidar com uma determinada situação daria “algo” ao ego. O que há para ganhar duvidando de si mesmo? Evitar o confronto. isso é importante. Então temos orgulho escondido na nossa humildade e sacrifício. Ajustando-se na descrição de que Deus quer outra coisa. Há também a oportunidade para pensar eternamente em nós mesmos porque há muita coisa para corrigir.

Se estiveres na New age, podes decidir que colocando-te suficientemente para baixo, significa que você tenha se livrado do ego. Neste ponto, o outro lado pode surgir e tornas-te superior na manifestação da alma. A maldade desaparece, a bondade entra em acção, Eu não sou nada … deixe-me ser uma professora. Se isso acontecer, a serás capaz de perceber a desonestidade e, imediatamente procurarás pela via de fuga.

Obviamente o ego não vai livrar-se do ego… o que é um esforço infrutífero em si. Não podemos nos livrar do ego, nem deveríamos tentar. Podemos ver as suas acções, observar o que ele diz, senti-lo quando acciona as emoções, colocá-lo de volta para baixo e assegurar-se que as nossas decisões vêm do coração. O ego tem um lugar mas não simplesmente como o condutor. É um grande alívio, no dia que percebes que o ego não é suficientemente significativo para voltar a atrapalhar. O coração é chamado para tomar decisões.

Foi preciso algum tempo para que eu percebesse o quanto tinha abraçado a inferioridade e estava condicionada a abdicar do meu poder. Felizmente, as experiências dolorosas conduziram-me na direcção do auto-conhecimento e expansão da consciência. Na minha vida surgiram grandes livros, professores, curadores e amigos sábios e o pensamento… Eu não mereço ser esta “pessoa miserável”. Esse foi o início.

A propósito, podemos distinguir entre quando o ego diz “Eu mereço” e quando o coração diz “eu mereço”. Acho que perceber isso é a chave.Relacionando-o a mim mesmo, o medo de que seria considerada uma pessoa má, ou que as minhas escolhas seriam egoístas e prejudiciais para os outros, manteve-me na insegurança por um bom tempo. Eu pergunto-me quantos de nós têm experimentado isso. Acredito serem muitos.

Não precisamos pedir desculpas por ter um ego e, pela sua identidade ser formada pelo condicionamento que nós experimentamos. Isso faz parte da vida na Terra. Vivemos e crescemos e descobrimos a nossa conexão a Fonte da experiência através da experiência. Quando começarmos a tomar decisões baseadas no coração, o condicionamento terá muito menos efeito e, o ego diminui. É muito bonito quando podemos ver o caminho para o nosso verdadeiro Eu … completo, com tudo incluído, a “divindade dentro” do ser humano.

Eu não mencionaria isso muito menos compartilhá-lo se não tivesse sido vital para minha própria expansão da consciência e, possivelmente útil para você: amar a nós mesmos é o primeiro passo no caminho centrado no coração. “Eu mereço ser amada,” foi uma declaração incrivelmente difícil de contemplar e, foram necessárias as seguintes palavras para abrir a porta: “E assim eu vou começar por dar-me o amor que mereço.”

Dê a si mesmo o amor que você merece, dê a você mesmo o respeito que mereces, dê a si a saúde, a valorização, a bondade, a honra, a libertação dos condicionamentos que você merece. Tu não és “menos do que” ou indigno. Se houver uma voz em sua cabeça que argumenta sobre o teu mérito, sei que é o ego e, esta opinião podes descartá-la com segurança.

As decisões baseadas no coração nunca farão mal. O coração não é a sede do sentimentalismo … é a sede da coragem e devoção ao que é sagrado em nós e na vida. A intenção do coração está alinhada com o bem maior, que é o amor e, o  bem maior para nós mesmos traduz-se  no maior bem para todos, incluindo aqueles próximos de nós. Este é o seu poder: recupere-o.

Vivemos no coração para nós mesmos e não contra. Ao fazê-lo, não podemos evitar, a não ser viver  para o mundo, com a intenção e criando o mundo de beleza que nós merecemos.

Fontes:

http://gracianoconstantino.com/2015/09/17/o-de-condicionamento-do-ego/

http://www.wakingtimes.com/2015/08/01/the-de-conditioning-of-the-ego/

O que (quase) ninguém diz sobre meditação

O que (quase) ninguém diz sobre meditação

É tão bom, que até parece mentira: rezam os vários estudos e as comprovações obtidas por meio de exames de neuro-imagem que, ao longo do tempo, a meditação traz significativos benefícios para o corpo e para a mente: reforça a imunidade física, melhora a resistência à dor, favorece a concentração e a capacidade de aprendizagem, além de ser uma importante aliada no combate à ansiedade e à depressão.

Recentemente, foi descoberto que a prática age directamente sobre as células, fazendo com que permaneçam jovens por mais tempo. Só isso já é bom o suficiente, mas tem mais: algumas técnicas são especialmente eficientes para nos tornar menos stressados e sujeitos aos estímulos externos indesejáveis que com frequência afectam o equilíbrio psíquico.

Além disso, a meditação transforma tanto a anatomia quanto a dinâmica do cérebro, ajudando a desenvolver qualidades como empatia, compaixão e bondade – ainda que sem nenhuma conotação religiosa, apenas com intuito de desfrutar bem-estar interior (até porque, cá entre nós, seria uma dádiva não sofrer tanto com emoções como raiva, ciúme, inveja, apego etc., independentemente das situações em que nos encontrássemos…).

Enfim, dito assim, a meditação parece ser uma dessas maravilhas que, de tão boas, causam algum estranhamento. Ora, se a prática milenar não tem contra-indicação e faz tanto bem, por que um número muito maior de pessoas não tira proveito dela? Afinal, não custa nada, não requer aprendizado intensivo nem grandes habilidades específicas… Mistério? Não.

A resposta é bem simples até. Não importa o grau de sofisticação de uma técnica ou ferramenta, para que funcione é preciso que seja usada. Sabe a história do bolo de chocolate? De nada adianta ter os ingredientes, a receita e saber o procedimento se não colocamos mãos à obra e o preparamos.

Meditar é assim: simples, barato, transformador e não depende de ninguém além da própria pessoa. Porém, é preciso treino e regularidade. E ao contrário do que pode parecer à primeira vista, aquietar-se por 15 ou 20 minutos e prestar atenção na própria respiração não é exactamente fácil. Primeiro, é necessário ter a intenção honesta de fazer algo positivo por si mesmo e empenhar-se para isso com disciplina, investindo energia psíquica nesse propósito diariamente. E fazer isso, mesmo sabendo de antemão que, principalmente no início, os pensamentos vão voar.

O exercício, aliás, é justamente esse, trazer a mente de volta, centrar-se de novo na respiração, e de novo e de novo, sem julgamentos. A possibilidade de, ao reabrir os olhos, enxergar o mundo de forma diferente (como se a paz interna transbordasse ao redor) é imensa. Mas não é magia. Cuidar de si mesmo é trabalhoso, requer determinação, paciência e tempo (ainda que sejam só poucos minutos por dia).

Fontes:

http://thesecret.tv.br/2015/09/o-que-quase-ninguem-diz-sobre-meditacao/

http://www.equilibriovida.com/2015/08/o-que-quase-ninguem-diz-sobre-meditacao/

Como construir uma casa totalmente auto-sustentável – Documentário

Como construir uma casa totalmente auto-sustentável - Documentário

Existem muitas razões para se pensar em viver fora do sistema, e existem muitas maneiras de fazer isso. Você pode viver fora do sistema no meio do nada, como pode estar tecnicamente fora do sistema bem no meio de uma cidade.

Muitos procuram este estilo de vida para viverem em melhor harmonia com o planeta e consigo mesmos. Muitos procuram este estilo de vida porque temem pelo futuro da humanidade e querem um lugar para enfrentar a tempestade, por assim dizer.

Seja qual for o motivo, existem muitas maneiras de fazer isso. A minha maneira favorita é através da ‘Earthship’ (Nave Terra). A ‘Earthship’ é um conceito que um arquitecto chamado Michael Reynolds sonhou na década de 1970. Os seus objectivos eram utilizar a arquitectura sustentável, dependem de fontes de energia naturais, e mantê-la bastante fácil para uma pessoa leiga a construir.

As casas captam o máximo de luz e calor possíveis e são construídas com paredes grossas para fornecer massa térmica e regular a temperatura no interior da casa. As paredes exteriores são muitas vezes repletas de pneus porque eles fornecem armazenamento de calor térmico e constroem uma boa base para as paredes da casa.

‘Earthships’ também são construídas para captação de água e pode ser eficaz mesmo no mais seco dos lugares. As casas também procuram reutilizar água que já foi usada, em lugares como o banheiro.

Muitas ‘Earthships’ são projectadas com terrenos em volta e vêm com estufas para cultivar o seu próprio alimento. Você pode até ter galinhas e peixes.

Ainda não tem certeza? Assista a este documentário impressionante sobre ‘Earthships’:

 

Fonte:

http://sitsshow.blogspot.pt/2015/09/how-to-build-totally-self-sustaining.html

Como o Relatório Minoritário previu o futuro com uma exactidão surpreendente

Como o Relatório Minoritário previu o futuro com uma exactidão surpreendente 1

Enquanto ainda não sabemos que impacto terá na sociedade a nova série de TV “Relatório Minoritário”, existe no entanto pouca dúvida de que o filme original de 2002 teve um grande impacto na tecnologia. Um número de avanços tecnológicos futuros, exibidos em “Relatório Minoritário”, são agora uma realidade de alguma forma ou de outra e, é difícil afirmar se é por causa do uso de cientistas nos filmes em prever o que viria a acontecer, ou por causa dos cientistas de hoje serem influenciados pelo filme. De qualquer forma, a visão do filme para 2054 está cada vez mais exacta todos os dias.

Antes de fazer o filme, Steven Spielberg reuniu uma equipa de pelo menos 16 cientistas. A sua tarefa? Propor uma visão realística de como seria o mundo em 2054. Como estás prestes a ver, a equipa, que incluía investigadores do MIT e DARPA, realmente acertaram em cheio.

Aqui estão algumas tecnologias que o Relatório Minoritário previu que existem hoje.

Interfaces de controlo por gesto


A primeira coisa que vem à mente da maioria das pessoas quando pensam em Relatório Minoritário é a imagem de Tom Cruise a usar as mãos para administrar dados através de um ecrã sem nunca tocá-lo. E agora temos a capacidade de fazer isso. Em 2010 a Microsoft revelou o seu sistema Kinect baseado em gestos para a X-Box 360 e, a tecnologia desde então, expandiu-se para ser usada em outras áreas. E, ao contrário do dispositivo do Tom Cruise, as luvas não são necessárias.

Carros sem condutor

Como o Relatório Minoritário previu o futuro com uma exactidão surpreendente 3

Quem poderia esquecer a cena em que Cruise percorre, fora de um veículo, numa autoestrada de carros sem condutores? Uma cena como esta poderia acontecer mais cedo do que esperamos caso a Google consiga o que deseja. O gigante tecnológico tem feito experiências com os seus carros autônomos há algum tempo e já registrou mais de um milhão de milhas na estrada. Agora, com fabricantes de automóveis atuais como a Audi e Tesla que entram no jogo da condução-automatica, o futuro está aqui.

Publicidade personalizada


Lembras-te quando Tom Cruise entra numa loja da Gap no Relatório Minoritário e um anúncio o confunde com outro homem (cujos olhos ele está a usar) e pergunta-lhe se ele quer comprar mais da mesma camisa? Este tipo de publicidade personalizada já tem acontecido connosco todos os dias, mas felizmente só para o nosso “Eu” virtual. Já reparaste que depois de pesquisares algo, digamos um carro que te interessa, começas a ver os anúncios para o mesmo carro aparecendo em sites não relacionados? Não se trata de mágia, os anúncios estão baseados no seu histórico de pesquisa, mas um dia a tecnologia poderia reconhecer-te no mundo real e vasculhar o histórico de pesquisa ligado à sua identidade. Ou, quem sabe, o telefone que sempre levas contigo.

Reconhecimento facial

Como o Relatório Minoritário previu o futuro com uma exactidão surpreendente 2

Tom Cruise tem que mudar o seu rosto para não ser reconhecido pelo Relatório Minoritário e, os criminosos poderão ter que passar por tais processos no futuro para não serem apanhados. O FBI revelou recentemente o seu novo sistema de reconhecimento facial, Next Generation Identification (NGI), (Identificação de Próxima Geração) e, diz-se ser capaz de escanear e reconhecer os rostos, impressões digitais e as retinas de qualquer pessoa que esteja no seu banco de dados, o qual espera-se que tenha cerca de 52 milhões de pessoas no final do seu primeiro ano de uso. O sistema é apenas exacto cerca de 85 por cento, mas figura na lista de classificação das 50 melhores compatibilidades quando se trata de escanear alguém. O FBI afirma que serão apenas usadas fotos de ficha policial para preencher a lista, entretanto mesmo agora não existe nenhuma lei que os impede de obter fotografias a partir das redes sociais. Portanto há um pensamento reconfortante.

Automação residencial controlada por voz


Tom Cruise entra em sua casa futurística e anuncia a sua chegada e, a casa ganha vida. Acredite ou não, você já pode equipar a sua casa com tecnologia semelhante. Espera-se que a Domótica (automação doméstica) seja um grande negócio durante os próximos anos, com a Apple, que tem se aventurado aos poucos no ano passado com o anúncio do seu Kit Caseiro para os criadores. E claro que, o controlo por voz é o ponto central da automação; controlar as luzes com o seu telefone é uma coisa, mas falar com elas é outra coisa. Várias companhias já tornaram isso uma realidade, então vá comprar algumas luzes ativadas por voz!

Fontes:

http://gracianoconstantino.com/2015/08/31/como-o-relatorio-minoritario-previu-o-futuro-com-uma-exactidao-surpreendente/

http://www.outerplaces.com/science-fiction/item/9538-how-minority-report-predicted-the-future-with-surprising-accuracy