Vitamina B12 – Uma Deficiência Rara, a Menos Que se Seja Vegan

A necessidade de vitamina B12 é muito baixa, mas é absolutamente essencial. Uma deficiência  ligeira de vitamina B12 resulta em fraqueza e fadiga. A deficiência mais grave provoca falta de ar, nervosismo, dormência e formigueiro nas extremidades, e problemas de equilíbrio. A deficiência severa pode levar a danos nos nervos, anemia perniciosa, paranóia, confusão, problemas de memória, depressão, delírios, e danos cerebrais.

Ao tomar um suplemento de vitamina B, é melhor tomar juntamente com as outras vitaminas B em num suplemento complexo B porque qualquer uso a longo prazo de uma única vitamina B vai causar um desequilíbrio nos outros, e altas doses de ácido fólico (B9) pode esconder uma deficiência de vitamina B12.

Tratamentos e prevenção com B12

B12 tem sido muito utilizada para tratar a fadiga e mal-estar geral. Existe uma possibilidade da suplementação melhorar a contagem de esperma. B9 (ácido fólico) e B12 pode ajudar a prevenir o cancro da mama. Complexo B (especialmente B12, B6 e B9) ajuda a reduzir os níveis de homocisteína. Degeneração macular relacionada à idade (uma doença que causa cegueira em idosos) podem ser prevenidas com B12 e B9.

Alimentos ricos em vitamina B12

Fontes de alimentos naturais ricos em vitamina B12 incluem o seguinte: sardinha, salmão, atum, bacalhau, cordeiro, camarão, vieiras, carne, iogurte e leite.

Podem bactérias humanas produzir B12?

Vegans e vegetarianos são so que correm um alto risco de deficiência de B12. Muitos argumentam que este não é o caso, que com uma dieta vegan ou vegetariana saudável e adequada, as bactérias no nosso sistema digestivo irão produzir B12. Embora isto seja verdade, não irá ser absorvida. B12 é absorvida no íleo, a última secção do intestino delgado, enquanto o corpo produz vitamina B12 no intestino grosso, por conseguinte, não pode ser absorvida.

Como é que os animais vegan obtêm vitamina B12? Muitas espécies comem as suas fezes e fezes de outros animais. Eles também comem vegetais de raiz com a sujeira, que esporadicamente têm pequenas quantidades de vitamina. Na década de 1950, vegans com deficiências de vitamina B12 ofereceram-se para comer B12 extraído das suas próprias fezes. A experiência funcionou – eliminou sua deficiência de B12.

Obviamente, existe uma maneira melhor.

A suplementação com vitamina B12

Embora a B12 seja solúvel em água e não são armazenadas na gordura, é uma vitamina B que é armazenada no corpo, no fígado. Muitos vegetarianos e vegans continuam a sua escolha de dieta sem suplementação durante alguns anos sem problemas. Os cientistas especulam que isso pode ser devido às suas reservas de B12. Uma vez que essa reserva se esgote, irá resultar em deficiência.

Algumas pessoas afirmam obter uma quantidade suficiente de vitamina B12 a partir dos seus próprios jardins, cultivando os seus próprios alimentos e comer alguns dos produtos orgânicos, sem lavá-los. Esta prática coloca em alto risco a infecção parasitária, mas pode produzir resultados positivos se a sua dieta for muito limpa.

Tempeh, miso, algas marinhas e outras plantas são por vezes relatadas por conter vitamina B12, mas estas não são fontes confiáveis.

A boa notícia é que a suplementação de B12 é fácil. Muitos dos alimentos são enriquecidos com B12. Existe uma abundância de suplementos disponíveis e algumas leveduras nutricionais são boas fontes de vitamina B12, mas é importante que a levedura venha de boas fontes.

Lembre-se, se você escolher a suplementação de vitamina A, vitaminas do complexo B devem ser tomadas em conjunto, uma forma do complexo B, e, idealmente, vitaminas do complexo B devem ser tomadas com um alimento completo múltipla e alimentos crus frescos.

Embora muitos possam beneficiar de uma vitamina multi / mineral e um suplemento de complexo B juntos, certifique-se de quaisquer vitaminas do complexo B que consumir venha de uma fonte respeitável.

(naturalnews.com)

Eram Os Deuses Astronautas?

Eram os Deuses Astronautas? (Erinnerungen an die Zukunft, no original alemão) (The Chariots Of The Gods?, em inglês) é um livro escrito em 1968 pelo suíço Erich von Däniken, em que o autor teoriza a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas (ou astronautas) que para as épocas relatadas teriam se deslocado.

Von Däniken apresentou como provas ligações entre as colossais pirâmides Egípcias e Incas, as quilométricas linhas de Nazca, os misteriosos moais da Ilha de Páscoa, entre outros grandes mistérios arquitectónicos. Ele também cria uma teoria de cruzamentos entre os “extraterrestres” e espécies primatas, gerando a espécie humana.

Dizia o autor também que esses “extraterrestres” eram considerados divindades pelos antigos povos: daí vem a explicação do título do livro. Naturalmente, levando o pensamento há 1000 ou 2000 anos atrás, é impossível definir um objecto voador com 30 metros de comprimento – que hoje chamamos de avião ou nave espacial – portanto correlações próximas à realidade da época foram feitas: “Deus”, “Anúbis”, “Itzmná” ou “Salvador”.

Unido à época lançada – um ano antes do homem ir à Lua -, von Däniken conseguiu vender milhares de livros e convencer muitos leitores. As teorias defendidas neste e em outros livros de Däniken ainda são tema de discussão, leiga ou académica, contrária ou favorável. Alguns autores exploram o tema da teoria dos astronautas antigos.

Aceda ao PDF do livro em Português clicando aqui

Ex-Jurista do Banco Mundial Revela como a Elite Domina o Mundo

Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial demitida por divulgar informações sobre a corrupção no banco, explicou com detalhes os acordos bancários para dominar o nosso planeta.

Karen Hudes é graduada na Escola de Direito de Yale e trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial durante 20 anos. Como uma ‘consultora jurídica de topo’, tinha informações suficientes para obter uma visão geral de como a elite domina o mundo. Assim, o que ela conta não é apenas mais uma ”teoria da conspiração”, de algum maluco qualquer.

De acordo com essa especialista em direito internacional, citada por agências por expor a realidade, a elite tem usado um núcleo firme de instituições financeiras globais e grandes corporações para dominar o planeta.

Citando um estudo suíço explosivo publicado em 2011 na revista ‘Plos One’ sobre a ‘rede de controle corporativo global’, Hudes disse que um pequeno grupo de empresas, instituições financeiras e na maior parte bancos centrais, têm enorme influência na economia International. “O que está realmente a acontecer é que os recursos do mundo estão a ser dominados por esse grupo”, disse a especialista com 20 anos de serviço no Banco Mundial, acrescentando que eles são os “ladrões corruptos no poder” e que dominam também os meios de comunicação. “Eles estão a ser autorizados a fazê-lo”, disse Hudes.

O estudo suíço mencionado por Hudes foi conduzido por uma equipa do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique. Os pesquisadores estudaram a relação entre 37 milhões de empresas e investidores em todo o mundo e descobriram que existe uma “super entidade” de 147 mega corporações muito próximas que controlam 40% de toda a economia mundial.

Mas as elites globais não controlam só estas mega corporações. Segundo Hudes, elas também controlam e dominam organizações governamentais e assim, controlam as finanças de quase todas as nações do planeta. Estas organizações são o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais de todos os países, como a Reserva Federal dos EUA, que controlam toda a impressão de dinheiro dos EUA e também controlam a sua circulação internacional.

BIS – O ‘Banco Central” dos bancos centrais

O ápice desse intrincado sistema é o Banco de Compensações Internacionais (BIS). O ‘Banco Central’ dos bancos centrais com sede na Suiça.”Uma organização internacional  imensamente poderosa de que a maioria nem sequer ouviu falar, mas que secretamente controla a emissão da moeda em todo o mundo. Essa organização chama-se BIS (Banco de Compensações Internacionais), e é o banco central dos bancos centrais.

BIS está localizado em Basileia, na Suíça, mas tem filiais em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um banco central do mundo financeiro, com imunidade completa de impostos e (…) sobre as leis internacionais. Hoje, 58 bancos centrais mundiais são pertencentes ao BIS, e tem muito mais poder na economia dos Estados Unidos (ou na economia de qualquer país) do que qualquer político, jurista ou governante.

A cada dois meses, os banqueiros centrais reúnem-se em Basileia para “Reunião de Cúpula da Economia Mundial ‘. Durante essas reuniões, decisões que afectam cada homem, mulher e criança no planeta são feitas, e nenhum de nós tem uma palavra a dizer no que é decidido por essa elite. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite global, que opera em benefício dos mesmos e cujo objectivo é ser uma pedra angular do sistema financeiro global unificado.

Segundo Hudes, a principal ferramenta para escravizar nações inteiras e governos é a dívida.

“Eles querem que todos nós sejamos escravos da dívida, querem ver todos os nossos governos e países escravos da dívida, e querem que todos os nossos políticos sejam viciados em contribuições financeiras gigantes que eles precisam de canalizar para as suas campanhas. Como esta elite também é dona de todas as grandes corporações mídia do planeta, controlando assim a informação, eles nunca vão revelar o segredo de que existe algo fundamentalmente errado com a maneira de como o nosso sistema financeiro mundial funciona”, disse ela.

(rt.com)

As Senhoras do Vril

Saudações a todos os leitores.

Hoje decidimos trazer novamente um assunto que “encanta” as pessoas que se interessam pela verdadeira informação, e que sabem muito bem que a II guerra mundial foi muito mais rica em peripécias do que a “história académica” nos conta.

As Senhoras do Vril eram um grupo de mulheres jovens, todas com capacidades mediuminicas, de cabelo muito longo e louro ou ruivo, ao bom estilo Nórdico ou Aldebariano! Sabemos que o povo alemão, apesar das mentiras que lhes foram contadas de superioridade e de toda essa estupidez de proeminência racial, é um povo capaz e empreendedor! Estas senhoras, por sua vez, eram-no duas vezes mais, isto porque o seu grau de capacidade telepática estava no auge das suas capacidades.

Em certos transes telepáticos foram canalizando informação de um grupo das Pleiades, os Aldebarianos. Essa informação, rica em aspectos técnicos, visava a concertação social e um decréscimo dos desequilíbrios nas varias sociedades ou países deste planeta. Isto pensavam os bem intencionados Aldebarianos, que poderiam ajudar o planeta a evoluir numa base geral. Contudo, a sociedade do Vril já andava mais que infiltrada por elementos nazi-satânicos, e um desses homens em particular, Karl Haushoffer, um mestre das artes negras, reverteu todo o sentido da ajuda de Aldebarã.

Os Nazis guardaram os preciosos ensinamentos para si e iniciaram pela primeira vez o programa espacial alguma vez feito, neste planeta, por homens aqui nascidos! A informação dada às senhoras do Vril era suprema, de tal riqueza que em poucos anos construíram aquilo a que chamamos de “discos voadores”, naves enormes em forma de charuto, e realmente poderiam ter dominado este planeta. Creio eu que muitas dessas máquinas não foram empregues nos combates da guerra, porque tinha de existir “alguém” que não deixava que tal acontecesse, por razões mais que óbvias.

No fim da guerra, a maior parte das mulheres do Vril desapareceu completamente, e parte das equipas científicas Nazis, por sua parte também sumiram.

Sabe-se que parte dessa gente foi para o interior da terra, e outros talvez para Aldebarã através do uso de portais ou empregando os tais Haunebu para tais viagens…nada de concreto se sabe sobre isto. A cabala dos nossos dias, a meu ver, possui informação fidedigna sobre este assunto, já que empregou milhares de cientistas, mágicos e outros ocultistas Nazis no pós-guerra (Projecto Paperclip).

Se olharem para a rapidez tecnológica que as nossas sociedades tiveram depois da II guerra, percebem bem de onde veio muita coisa, contudo, e o que me é muito doloroso apontar, é que a evolução foi apenas técnica e nada mais! Na minha humilde opinião, a mentalidade que se vivia na época do Império Romano é quase a mesma dos nossos dias, e se duvidam, vejam televisão ou olhem para as guerras de conquista dos nossos dias.

O filme é sempre o mesmo, o que muda são os infelizes e aparvalhados intervenientes!…Talvez um dia se faça Luz, mas até lá, devemos é de tentar aprender com os erros do passado para nunca mais o repetir!

Pode ler mais aqui: Vril Women of WWII

Boa leitura, abraço.

Simon Le Bon

A Verdade Sobre a Gravidade e Como Temos Sido Enganados Sobre o seu Funcionamento

Foi divulgada mais informação por Gordon Duff a respeito da realidade da gravidade e como temos sido enganados sobre o seu funcionamento. Ele lançou dois novos artigos que falam sobre este assunto. Esta informação veio directamente dos arquivos do Departamento de Energia e incluiu as notas de Albert Einstein, Edward Teller e Robert Oppenheimer. Einstein tinha descoberto como criar antigravidade e este feito foi abordado na sua teoria da flutuação magnética.

Gordon afirmou que VT irá publicar uma grande quantidade de novas informações sobre antigravidade nos próximos meses e como se relaciona com a tecnologia na Área 51. Ele disse que irão mostrar como são feitos os os círculos nas plantações e como os Ovnis são feitos por pessoas que os desmantelaram!

Gordon também fala sobre Bob Lazar e como eles verificaram o seu trabalho e o que ele disse a respeito sobre Ovnis do governo dos EUA.

Gordon relatou como as primeiras naves antigravitacionais que os EUA possuíam foram feitas por Lockheed e foram alimentadas por tório muito perigoso que prejudicou os pilotos. Gordon viu pessoalmente a grande nave antigravidade que Lockheed criou, nave esta que se encontra num hangar Blimp no Reino Unido agora mesmo!

Também foi estabelecido o facto de que os EUA não poderia ter deixado a superfície da Lua, sem a ajuda de um dispositivo anti-gravidade, que reduziu o peso do módulo lunar por 5 / 6ths. Nós, na verdade, usámos tecnologia Nazista e Ovni para operar o programa espacial Apollo!

As informações de Gordon Duff são ainda confirmadas por Ed Slade, que era im cientista na área 51, tendo criado o motor de foguete que disseram ter usado para descolar da lua. A entrevista com Ed Slade está neste canal youtube. Nele, Ed conta como ele sabia que eles não tinham usado o motor, uma vez que ele viu que não havia poeira sobre o ouro coberto nas pernas de aterragem lunares. Quando ele confrontou a NASA sobre isso, eles basicamente disseram para ele permanecer em silêncio e aceitar o prémio pelo projecto.

Será que Vivemos na Matrix?

Testes podem revelar se somos parte de uma simulação de computador gigante – mas a verdadeira questão é se realmente queremos saber…

No clássico filme de sci-fi 1999 The Matrix, o protagonista, Neo, fica atordoado ao ver as pessoas que desafiam as leis da física, correndo por cima de paredes e desaparecerem de repente. Estas violações sobre-humanas das regras do universo são possíveis porque, sem que ele soubesse, a consciência de Neo é incorporado na matrix, uma simulação de realidade virtual criada por máquinas sencientes.

A acção começa quando é dada uma escolha fatídica a Neo: Tomar a pílula azul e voltar para a sua existência virtual, ou tomar a pílula vermelha para saber a verdade sobre a Matrix e descobrir “quão profunda é a toca do coelho.”

Os físicos agora podem oferecer-nos a mesma escolha, a capacidade de testar se vivemos na nossa própria Matrix virtual, através do estudo da radiação do espaço. Por mais que isto pareça ser fantasia, alguns filósofos têm sustentado que provavelmente somos inteligências artificiais presas num universo falso do que somos mentes orgânicas num universo “real”.

Mas se isso fosse verdade, as próprias leis da física que nos permitem conceber essa tecnologia de verificação de realidade pode ter pouco a ver com as regras fundamentais que regem o meta-universo habitado pelo nossos simuladores. Para nós, esses programadores seriam deuses, capazes de torcer a realidade num capricho.

Então, devemos dizer sim à oferta de tomar a pílula vermelha e aprender a verdade – ou serão as implicações muito perturbadoras?

Mundos ao nosso alcance

A primeira tentativa séria para encontrar a verdade sobre o nosso universo surgiu em 2001, quando um esforço para calcular os recursos necessários para uma simulação sobre universo-tamanho fez a perspectiva parecer impossível.

Seth Lloyd, engenheiro mecânico-quântico no MIT, estimou o número de “operações de computador” que o nosso universo tem realizado desde o Big Bang – basicamente, todos os eventos que já aconteceram. Para repeti-los, e gerar um facsimile perfeito da realidade até ao último átomo, seria necessário mais energia do que o universo tem.

“O computador teria que ser maior do que o universo, e o tempo iria marcar mais lentamente no programa do que na realidade”, diz Lloyd. “Então, porquê o trabalho em construí-lo?”

Mas outros logo perceberam que fazer uma cópia imperfeita do universo que é apenas boa o suficiente para enganar os seus habitantes levaria muito menos poder computacional. Em tais cosmos improvisados, os detalhes finos do mundo microscópico e as estrelas mais distantes só podem ser preenchidos pelos programadores nas raras ocasiões em que as pessoas estudam-nas com equipamentos científicos. Assim que ninguém estivesse a olhar, eles simplesmente desapareciam.

Em teoria, nós nunca iríamos detectar essas características a desaparecer, no entanto, porque cada vez que os simuladores notavam que estávamos a observá-los de novo, eles introduziam-nos de volta.

Essa percepção torna a criação de universos virtuais assustadoramente possível, mesmo para nós. Super computadores de hoje já modelam o início do universo, simulando como galáxias infantis cresceram e mudaram. Tendo em conta os rápidos avanços tecnológicos que temos presenciado nas últimas décadas – o seu telemóvel tem mais poder de processamento do que os computadores da NASA teve durante as aterragens na lua – não custa muito imaginar que tais simulações acabarão por abranger a vida inteligente.

“Nós podemos ser capazes de ajustar os seres humanos em nossas caixas de simulação dentro de um século”, diz Silas Beane, um físico nuclear da Universidade de Washington em Seattle. Beane desenvolve simulações que recriar como protões e neutrões elementares juntaram-se para formar átomos cada vez maiores em nosso universo jovem.

Em breve legislações e costumes tradicionais poderão ser tudo o que nos impede de criar um universo artificial, mas ainda sentindo, os seres humanos – mas os nossos descendentes da era tecnológica podem achar o poder de brincar de Deus demasiado tentador para resistir.

Eles poderiam criar uma infinidade de universos, ultrapassando em muito os cosmos reais. Este pensamento levou o filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford a concluir em 2003 que faz mais sentido apostar que somos inteligências artificiais à base de silício delirantes numa dessas muitas falsificações, ao invés de organismos à base de carbono no universo genuíno.

Aprender a Verdade

Isso mudou em 2007, quando John D. Barrow, professor de ciências matemáticas da Universidade de Cambridge, sugeriu que uma simulação imperfeita da realidade conteria falhas detectáveis. Assim como o computador, o sistema operacional do universo precisa de actualizações para continuar a trabalhar.

À medida que a simulação se degrada, Barrow sugeriu que podemos ver aspectos da natureza que deveriam ser estáticos – como a velocidade da luz ou a constante estrutura fina que descreve a intensidade da força electromagnética – inexplicavelmente deriva dos seus valores “constantes”.

Em 2012, Beane e os seus colegas sugeriram uma prova mais concreta da hipótese de simulação. A maioria dos físicos supõem que o espaço é bom e se estende infinitamente. Mas os físicos que modelavam o início do universo não conseguiam recriar facilmente um fundo perfeitamente liso para abrigar os seus átomos, estrelas e galáxias. Em vez disso, eles construíram o seu espaço simulado a partir de uma rede, ou grade, assim como imagens de televisão são feitas a partir de vários pixeis.

A equipa calculou que o movimento das partículas sob a sua simulação, e assim a sua energia, está relacionada com a distância entre os pontos da estrutura: quanto menor for o tamanho da grelha, maior energia das partículas podem ter. Isto significa que se o nosso universo é uma simulação, podemos observar uma quantidade máxima de energia nas partículas mais rápidas. E enquanto isso acontece, os astrónomos notaram que os raios cósmicos, partículas de alta velocidade que têm origem em galáxias distantes, sempre chegaram à Terra com uma energia específica máxima de cerca de 10 20 de elétron-volts.

A estrutura da simulação tem um outro efeito observável que os astrónomos poderiam pegar. Se o espaço é contínuo, então não existe nenhuma grade subjacente que orienta a direcção dos raios cósmicos – eles devem vir de todas as direcções igualmente. Se vivemos numa simulação baseada numa estrutura, no entanto, a equipe calculou que não veríamos esta distribuição uniforme. Se os físicos fazem ver uma distribuição desigual, seria um resultado difícil de explicar se o cosmos fosse real.

Os astrónomos precisam de muito mais dados de raios cósmicos para responder a esta pergunta, de uma forma ou de outra. Para Beane, qualquer resultado seria óptimo. “Aprender que vivemos numa simulação não faria mais diferença para a minha vida do que acreditar que o universo foi semeado no Big Bang,” diz ele. Mas isso é porque Beane imagina os simuladores como motivados apenas para entender o cosmos, com o desejo de interferir nas suas simulações.

Infelizmente, os nossos simuladores todo-poderoso poderão, em alternativa, ter-nos programado num reality show do tamanho do universo  – e são capazes de manipular as regras do jogo, apenas para seu o entretenimento. Nesse caso, talvez a nossa melhor estratégia seja levar uma vida que diverta o nosso público, na esperança de que os nossos simuladores-deuses nos ressuscitem na vida após a morte de simulações das próximas gerações.

As consequências estranhas não param por aqui. Os nossos simuladores podem ser eles próprios simulações – apenas um buraco de coelho dentro de uma série encadeada, cada um com diferentes leis físicas fundamentais. “Se nós somos de facto uma simulação, então isso seria uma possibilidade lógica, que o que estamos a medir não são realmente as leis da natureza, eles são uma espécie de tentativa de algum tipo de lei artificial que os simuladores inventaram. Isso é um pensamento deprimente! “, Diz Beane.

Este teste de raios cósmicos pode ajudar a revelar se somos apenas linhas de código numa Matrix artificial, onde as regras estabelecidas da física podem ser contornadas, ou até mesmo quebradas. Mas se para aprender a verdade significa aceitar que nunca se poderá saber com certeza o que é real – incluindo nós próprios – você iria querer saber na mesma?

(discovermagazine.com)