Terra Oca e Intraterrenos – Parte 1: Serra do Roncador

46-terra-oca-e-intraterrenos-e28093-parte-1-serra-do-roncador

Olá a todos os leitores.

Como se pode ver nada é o que parece! Mantenham a mente aberta e aprendam a questionar tudo, pois muito do que nos é ensinado nas escolas, faculdades, etc, ou é falso ou está fortemente distorcido, com o intuito de manter as massas na ignorância e no engano.

Nunca é tarde para se mudar e começar a evoluir positivamente.

Abraço. Simon LB.

Uma Cidade Subterrânea nas Selvas do Brazil

No imenso estado brasileiro de Mato Grosso (901.420 Km ²), esconde-se um enigma de proporções similares à geografia que enfrentamos. No sector de suas chapadas – um terreno em verdade complicado, com zonas baixas e pantanosas, no coração das denominadas Serras do Roncador, encontra-se um mundo perdido que se protege diante da sua indócil selva e as flechas dos guerreiros índios do Parque Xingu.

Um cenário que parece ter sido extraído de um filme de ficção cientifica. Não obstante, ao dar uma olhada nesta paisagem, é inevitável associá-lo ao mistério do Paititi. Ainda mais ao encontrar claros indícios que aponta a uma raça de seres superiores que viveriam nas entranhas da Terra (também mencionam outros pontos no mundo) e que estariam custodiando a “verdadeira historia da humanidade, a sua origem e a sua missão”. Uma historia fascinante mas ao mesmo tempo difícil de crer. Será possível?

Há muito tempo que se mencionou que a zona do Roncador era um lugar onde se “esconde” uns dos ingressos a esse místico e esquivo mundo subterrâneo. Um ponto no mundo que é rico em diversas lendas e, também, em mistérios. Não em vão, que em 1925, o investigador George Lynch salientou na prestigiosa revista Science at Vie que em Mato Grosso encontrava-se a origem de todas as civilizações do ocidente.

Recordemos que neste mesmo ano, o Coronel inglês Percy Harrison Fawcett (medalha de ouro da Real Sociedade de Geografia de Inglaterra e chefe da comissão encarregada de delimitar as fronteiras entre Peru e países vizinhos) levou a cabo uma arriscada expedição nestas selvas indomáveis, de onde nunca mais regressaria.

O desaparecimento de Fawcett, devido às suas credenciais e reconhecimentos, acendeu um interesse inusitado nesta região do Brasil. Investigadores perguntavam o que havia ocorrido realmente com este Coronel que mais tarde inspiraria Steven Spielberg a criar o famoso personagem de Indiana Jones, que, igual a Fawcett, se submergia na selva e outros pontos do mundo obcecado em desvendar os mistérios. Tudo isto é somente ficção?

O Estranho Desaparecimento do Coronel Fawcett

O inquietante era que Fawcett tinha partido em busca de uma cidade secreta no Roncador, denominada por ele “Z”. E até a data, a mais de sete décadas da sua expedição, não se sabe a ciência e ao certo o que ocorreu com o experiente Coronel, que desapareceu no meio das selvas do Xingu com os seus dois acompanhantes, seu filho Jack, de 22 anos, e o fotógrafo Raleigh Rimmel. Um detalhe intrigante em torno do seu desaparecimento foi revelado em 1952 por outro dos seus filhos, Brian, quem afirmou, com total certeza, que se, o seu pai tinha entrado naquela cidade perdida que tanto procurava, o “povo” dessa cidade não o deixou sair…

A própria esposa do Coronel havia sustenido que quando viviam no extremo Oriente apareceram uns homens estranhos que lhe anunciaram feitos extraordinários para o futuro da família, antecipando, incluso, o destino de Fawcett. Esses homens seriam “emissários” da denominada Irmandade Branca ou “Academia Invisível” que vigia o mundo. Segundo se crê um conjunto de elevados Mestres que protegem os segredos da Terra. Aqueles seres estariam vinculados a lenda de Shambhala, que mais de um Lama conhece, mesmo que nesta ocasião estaríamos enfrentando o mesmo panorama nas selvas e montanhas de América do sul.

A tudo isto se somou ao descobrimento científico de Machu Picchu por Hiram Binghan, em 1911, feito que daria ao Coronel maior força à sua convicção de partir para Serra do Roncador, que deve o seu singular nome aos estranhos sons que parecem surgir do solo. Outro feito inexplicável já que o vento não pode gerar tremendos fragores que parecem gerar-se na entranhas do lugar. E já se descartou qualquer tipo de actividade sísmica na zona. Então, quem ou o que gera esses sons, que às vezes são metálicos ou mecânicos?

O explorador, sabia que no Brasil ― assim como em outras regiões ainda por investigar a América do Sul ― jaziam escondidas, ocultas, ancestrais cidades de pedra, enterradas debaixo do conveniente manto selvático. Já nas suas viagens pelo continente, Fawcett havia ouvido dizer dos “índios loiros, de olhos azuis”, como remanescente de uma perdida cultura que chegou de terras longínquas logo após um cataclismo. Todos estes dados lhe aventuraram em 1921 a procurar a cidade perdida de Bahia.

O certo é que à margem daquela silenciosa pesquisa ―pouco se sabe na realidade o que encontrou Fawcett e porque se decidiu permanecer no silêncio ― existe uma jazida arqueológica na Bahia, concretamente em Igatú, perto de Andarai, em plena meseta Diamantina. Alguns a chamam, inclusive, “A Machu Picchu brasileira”.

É importante dar uma olhada neste mistério em Bahia pelo facto desta cidade aparecer no “manuscrito 512”, que se conserva na Biblioteca Nacional de Rio de Janeiro. A existência deste enclave, e as revelações deste manuscrito puseram Fawcett atrás de uma “pista”. Vejamos o que diz o manuscrito…

Leia mais aqui: adnuntiatum.wordpress.com

Anúncios