Vitória da Europa Sobre a Monsanto e os OGM – Excepto Portugal e Espanha

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A grande contestação dos cidadãos europeus que se fez sentir no dia 25 De Maio de 2013 na grande marcha contra a Monsanto teve frutos. A Multinacional de biotecnologia decidiu abandonar o seu “investimento” na Europa, alegam que os custos financeiros de processos em tribunal existentes em diversos países contra a empresa são demasiado elevados para prosseguirem com a sua agenda, e que não vão insistir mais se as pessoas e governos assim o desejam.

Não existe ninguém mais forte do que nós, o povo, e “Prisão Planetária” estiveram presentes nesta marcha contra a Monsanto no dia 25 De Maio de 2013.

Fiquei um pouco surpreendido com esta noticia, pois este tipo de agendas não são postas de parte assim com tanta facilidade, e ao ler sobre esta noticia deparei-me com factos que me deixaram extremamente revoltado:

“…A Monsanto não é uma empresa de biotecnologia, e os activistas que protestam contra nós e contra a nossa vontade de praticar a cultivação geneticamente modificada estão a perder o seu tempo…” – diz Brandon Mitchener

“…Por questões de princípios, a Monsanto só irá procurar vender sementes produzidas em laboratórios (biotech seeds) em países que seja mostrada essa vontade e onde exista apoio politico por parte do governo e agricultores…” – diz Brandon Mitchener

Repararam bem nestes dois pontos? O próprio porta voz da Monsanto contradiz-se de tal forma que deu um tiro nos próprios pés! Não pude deixar de pôr a mão na testa e dizer para mim mesmo…o quê?!

Portugal vai manter a produção de OGM e abre os braços à Monsanto:

Enquanto que a multinacional de biotecnologia foi impedida de entrar no resto da Europa, em Portugal (e Espanha) o caso já não é bem assim. Aparentemente existe algum tipo de apoio do nosso Governo e dos Agricultores em querer manter esta desgraça no nosso país.

Não acreditam? Então veja, o video:

 Esta situação já ocorre no país há muito tempo, os OGM tinham o apoio do Governo de  José Sócrates quando este esteve no poder.

...”A Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural anotou a existência em Portugal de 163 explorações de milho transgénico, num total de 4200 hectares. A área de cultivo de OGM quadruplicou entre 2006 e 2007, tendo o Alentejo uma triste liderança deste tipo de culturas, com quase 2400 hectares de milho geneticamente modificado…”

Agora, pergunto eu, será que os Agricultores estão mesmo a favor da continuação da Monsanto e das OGM em Portugal? Que tipo de apoio político poderá estar o Governo de Passos Coelho a providenciar à Monsanto?

Alexandre

A Nova Lei de Patentear Sementes na Europa

A Nova Lei de Patentear Sementes na Europa

A Monsanto quer expandir a sua filosofia, aplicar as suas regras de tirania e soberania na Europa.

Essa vontade já se faz sentir após ter sido apresentada uma proposta para aplicar uma lei de modo a patentear ementes na Comissão Europeia, impossibilitando a troca, o cultivo e a armazenamento de sementes por parte de qualquer cidadão europeu, sem estas estarem registadas na entidade reguladora (Instituto Comunitário das Variedades de Plantas – CPVO), tal como acontece nos EUA.

A revolta fez-se sentir no dia 25 De Maio de 2013, numa marcha global contra a Monsanto, e Portugal não foi excepção. Mas será o suficiente?

O facto da Comissão Europeia querer patentear todas as sementes na Europa só mostra o poder que esta Multinacional tem, e quem ler a proposta vai perceber que os métodos aplicados nesta lei são exactamente iguais aos da Monsanto.

“…É a primeira legislação que se atreve a barrar o acesso a sementes para a produção local de alimentos. O pequeno agricultor, mesmo o mais pobre, ver-se-á obrigado a comprar as suas sementes no mercado, ano após ano, com o risco adicional de ver estes custos subir, devido à existência de oligopólios na produção de sementes comerciais…”

“…Todas as pessoas ou entidades que para as suas actividades profissionais produzem, reproduzem e/ou vendem ou cedem sementes, terão de se registar como “operadores”. Todos os operadores, mesmo os que podem utilizar, vender e ceder variedades não registadas, têm que obedecer a uma série de critérios/normas e manter registo de tudo o que produzem e vendem ou cedem e a quem vendem/cedem…” – Claramente um ataque à auto-suficiência e liberdade de escolha.

As empresas de biotecnologia e genética tentam à força implementar a alteração genética de plantas e animais em todo o mundo, forçando-nos a ficar sem escolha e sem poder de decisão na alimentação. A Monsanto em particular é das piores que alguma vez iremos conhecer, pois não tem problemas nenhuns em recorrer à violência psicológica e financeira para ver os seus objectivos atingidos.

Tudo isto porque só pensam nos biliões que fazem todos os anos, mas ninguém sonha sequer que esses biliões são ganhos através do suor e trabalho árduo do simples agricultor que está no campo todos os dias, para no final ter que associar-se e dividir o pouco que ganha com a maléfica empresa.

E Portugal não é excepção, pois a produção de milho transgénico aumentou 20% em 2012.

Existem dezenas de alimentos alterados geneticamente em Portugal, e nós consumi-mo-los constantemente sem noção das consequências que advêm do consumo destes produtos, estudos hoje revelam o detrimento causado por estes bens.

Sabia que a Monsanto é detentora de 36% de cultivação de tomate, 32% de batata-doce e 49% de couve-flor em toda a Europa?

Quem pensa que a praga da Monsanto cinge-se apenas aos EUA engana-se, pois este é apenas um passo de empresas com jogadas subtis e passando fronteira a fronteira, a Monsanto vai expandindo o seu reinado e auto proclamando-se detentora de toda a forma de vida, seja animal ou vegetal.

O que vem a seguir para a Europa? A não rotulagem dos alimentos geneticamente modificados?

 Querem lá eles agora que as pessoas acordem para esta realidade.

Alexandre.

Experiência Científica Revela Que Plantas Não Crescem Junto a Aparelhos Electrónicos

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Cinco jovens Dinamarquesas do 9º ano de escolaridade realizaram recentemente uma experiência que está a causar um rebuliço na comunidade científica.

Tudo começou com uma observação e por consequência, a sua dúvida.  As jovens perceberam que se dormissem com o telemóvel junto das suas cabeças durante a noite, teriam dificuldades em concentrarem-se na escola no dia seguinte.

Elas queriam testar o efeito da radiação de um telemóvel em seres humanos, mas a sua escola, (Hjallerup) na Dinamarca, não tinha o equipamento necessário para concretizar esse tipo de experiência.

Sendo assim, as jovens planearam uma experiência que iria testar o efeito da radiação de telemóveis em plantas.

As alunas colocaram seis bandejas cheias de Lepidium sativum, um tipo de agrião numa sala sem radiação, e seis bandejas com sementes numa outra sala junto a dois routers , que,  de acordo com os cálculos das alunas, os níveis de radiação emitidos seriam idênticos aos de um telemóvel comum.

Durante 12 dias, as alunas observaram, mediram, pesaram ​​e fotografaram os resultados. No final da experiência os resultados foram claramente evidentes – as sementes colocadas junto dos routers não tinham crescido.

Muitas delas estavam completamente mortas, enquanto que as sementes de agrião plantadas na outra sala, longe dos routers, tinham crescido.

Devido a esta experiência, as alunas obtiveram um grande reconhecimento numa competição regional de ciência, e o interesse de cientistas de todo o mundo.

De acordo com Kim Horsevad, (um professor da escola Hjallerup na Dinamarca onde tinha decorrido a experiência), surgiu interesse por parte de um professor de Neurociência no Instituto Karolinska, na Suécia, para repetir a experiência em ambientes profissionais e cientificamente controlados.

(MNN)

O Mundo Segundo a Monsanto

O Mundo Segundo a Monsanto

Excelente documentário produzido pela autora do livro “O mundo segundo a Monsanto”, mostra como esta multinacional está patenteando sementes transgénicas e introduzindo-as em países da Europa. Presente em 46 países, a Monsanto tornou-se líder mundial em sementes e plantações transgénicas e também uma das empresas mais controvertidas da história industrial.

Desde a sua fundação em 1901, a empresa foi processada judicialmente inúmeras vezes devido à toxidade de seus produtos. Hoje se reinventou como a empresa das “ciências da vida” que se converteu às virtudes do desenvolvimento sustentável.

Usando documentos até agora não publicados e os testemunhos de vítimas, cientistas e políticos, “O Mundo Segundo a Monsanto” reconstitui a génese e um império industrial construído sobre mentiras, cumplicidade do governo americano, pressões e tentativa de corrupção. A empresa tornou-se a principal fabricante de sementes do mundo, espalhando os seus transgénicos por todo o planeta.

A Ilusão da Privacidade

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Em Londres, todo e qualquer espaço público é monitorizado o tempo todo. Além do governo, as empresas privadas e proprietários de terras têm as suas próprias câmaras de vigilância, de modo a que cada ponto seja visto por todos. Na cidade mais monitorizada do mundo há uma câmara para cada 14 pessoas. Mas será que essa vigilância intensa mantém os londrinos seguros? De certa forma as ruas de Londres são perigosas, no sentido em que estão cobertas de CCTV, mas não há ninguém a vigiar

Isto é que é interessante sobre o fenómeno CCTV pois deixa de haver iniciativas como a vigilância natural. O fotógrafo Henrietta Williams e cartógrafo George Gingell mapearam um anel de aço ao redor do districto financeiro de Londres. Forjada a partir de cabeços automáticos, portões de segurança e câmaras de vigilância quem entra é registado electronicamente e qualquer comportamento fora do comum activa protocolos de segurança.

A polícia confia na segurança privada para intervir antes deles, é como se fossem uma espécie de unidade de resposta mais rápida mas por menos dinheiro. E, de facto, na maioria dos casos, as ruas do distrito financeiro foram dadas aos empreendedores para que eles pudessem aprovar a política de pedonalização completa das ruas e instalação de sistemas de defesa e vigilância contra um ataque terrorista. Os sistemas de câmaras de vigilância não são apenas umas simples câmaras. Qualquer pessoa que se comporte de forma inesperada faz disparar um alarme. Impercetivelmente, os seres humanos podem observar e avaliar o comportamento através de câmaras inteligentes sem que ninguém perceba. Se a câmara detecta um evento incomum, o suspeito/a fica marcado/a.

Um dos principais cientistas do mundo por detrás do desenvolvimento de câmaras inteligentes é o Professor James Orwell, da Universidade de Kingston. Os sistemas que estão a ser desenvolvidos pela sua equipa podem detectar actividades suspeitas, mesmo antes de um crime ocorrer. A solução é apresentar grandes volumes de dados ao longo de vários meses, talvez anos, para que desta forma se permita que o sistema desenvolva um modelo estatístico do que é normal e, talvez, o que é anormal, desta forma haverá uma sinalização de que possa ser considerado comportamento anormal.

O Professor Orwell tem monitorizado o parque de estacionamento da universidade com uma das suas novas câmaras. O sistema está a aprender padrões normais de comportamento. Quem sai, quem chega, e como eles agem. Ele é capaz de calcular o tempo que as pessoas permanecem em tal sitio, por isso pode sinalizar se há algum comportamento suspeito, por exemplo, se alguém está vadiando na área. Mas o sistema não entende perfeitamente o comportamento humano. Basta um indivíduo ficar momentaneamente no local para que o sistema assinale como um individuo potencialmente indesejável. Em locais por onde passam milhares de pessoas, é ainda mais difícil para o sistema determinar o que é um comportamento normal e o que não é.

Estarão os grandes grupos de pessoas, simplesmente a caminho do trabalho ou estarão a esconder um terrorista? De qualquer forma, as identificações imprecisas podem ter consequências graves. O problema é que qualquer pessoa suspeita de um crime no Reino Unido perde rapidamente o seu direito à privacidade e ao longo da última década, o Reino Unido tem procurado constantemente por novas maneiras de combater as ameaças contra o terrorismo.

(Top Documentary Films)